1 - A revista diz, na página de critérios: “Notar que, para a rentabilidade, são atribuídos pontos apenas para as empresas cujo índice seja positivo e que tenham divulgado os efeitos da inflação em seus resultados e patrimônio líquido”.
2 - As empresas que não receberam pontos em rentabilidade (um total de 120) são identificadas com a nota de rodapé nº 6 - “ Informações ajustadas pela revista”.
3 – Exame sugere ao leitor, portanto, que se a empresa não informou os efeitos da inflação e coube à revista fazer este ajuste, a empresa tira zero em rentabilidade. Foi, no mínimo, um erro de Exame-Melhores e Maiores.
4 - Seria o caso da Bristol-Myers Squibb, brindada com a nota n.º 6 e desclassificada em rentabilidade. Mas ela teve a segunda maior rentabilidade do setor farmacêutico e tinha direito a 270 pontos neste quesito. Levou zero.
5 – Detalhe: no questionário preenchido pela Bristol está provado que a empresa e não a revista fez os cálculos da correção monetária.
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Boletim Nº 18 Setembro-Outubro, 1997
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