É absurdo aquele estilo dos âncoras sul-americanos que comentam a notícia e emitem opiniões. Isso não é jornalismo. Não se deve nunca fazer gestos dramáticos ao anunciar um fato. Os sentimentos têm que ficar absolutamente de fora.
Bernard Shaw, âncora da CNN, no Globo, 11/5.
O que deforma verdade e perde a sofisticação é o avanço da falta de ética e da irresponsabilidade sobre as questões da privacidade e a capacidade de se criar histórias mirabolantes de um simples beijo no rosto.
William Hurt ao comentar seu papel de repórter no filme Michael - Anjo e sedutor, no Estadão, 21/5.
Jornalista dará palestra em lançamento imobiliário.
Anúncio publicado nos principais jornais de São Paulo, em 11/5, sobre a ida de Joelmir Beting ao lançamento do Arquipélago dos Açores.
Considero uma das felicidades de minha vida não escrever nos jornais; isso prejudica a minha bolsa, mas faz bem a minha cons- ciência.
Gustave Flaubert (1821-1880), escritor francês.
Um projeto que atende ao bom senso.
Editorial do Estadão saudando a nova versão do projeto de lei da imprensa, em 11/5.
Certas pessoas talvez tentem levar o caso mais longe do que realmente merece.
Ronald L. Ziegler, secretário de imprensa da Casa Branca, cinco dias depois de estourado o caso Watergate.
Nixon renunciou.
Manchete dos jornais do mundo em 15/8/74.
Na cobertura de TV o que há é alcovitice, fofoca, inveja.
José Wilker, ator, na revista Imprensa.
Supõe, erra, distorce . Mas é como um ar poluído: não se vive sem ela.
Deni Gould, professor de Jornalismo nos Estados Unidos, sobre a imprensa.
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Boletim Nº 15, Maio-Junho de 1997
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